Chegamos como indivíduos, cada um com o seu corpo, a sua história.
Depois, respiramos juntos, no mesmo espaço.
Há algo de subtilmente poderoso nisso — sermos vistos sem precisarmos de nos explicar, sem julgamentos, sentirmos a presença dos outros enquanto permanecemos ligados à nossa própria experiência.
Eu cuido do espaço, do grupo e do ritmo da prática. Tu és livre para seguir o teu próprio ritmo.


